Eu sinto, como quem sente
a eterna dor dos falecidos.
E sofro, de forma ardente,
à leve força dos enfraquecidos.
Eu olho, como quem olha
o amargo fel do depauperado.
E molho, como quem molha
de sangue a ferida do assassinado.
Eu vejo, sinto que escorre
a vida por entre os seios.
E não há mais formas ou meios.
- Eu morro, como quem morre.
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