E a moça andava, e seus quadris
balançavam. Nos lábios uma flor.
Uma flor olorosa, uma flor de lis,
e a dança de suas pernas era a rosa.
E a flor de seus seios eram vis,
tremiam. Na mente um amor.
Um amor caloroso, um cassis,
e a poesia de sua voz era uma prosa.
Um amor sem nexo, seu plexo
era solar. No corpo um ardor.
Um ardor repentino, sem um nexo,
e a luz de seus olhos era clara.
Um beijo solto, sem amplexo:
voar. Num abraço um calor.
Um calor maldito, sem um sexo,
e a dança de seu corpo era rara.
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